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O Ferroviário da Beira, tal como tinha sido na sua anterior participação nas Afrotaças, voltou a “cair” nos dezasseis avos-de-final da Taça CAF, desta feita diante do AS Vita Club de Kinshasa. Mesmo assim, na óptica de Valy Ramadan, técnico-adjunto dos “locomotivas” do Chiveve, comparando com a edição passada, conseguiu superar-se, com um agregado de três vitórias, uma derrota, com oito golos marcados e cinco sofridos.

A tristeza era indisfarçável nos semblantes dos aficionados do Ferroviário da Beira, após o jogo do passado dia 5 de Abril, diante do AS Vita Club de Kinshasa. É que, a despeito da vitória caseira, por escasso 1-0, os “locomotivas” do Chiveve não conseguiram o mais almejado objectivo, que passava pela qualificação para a eliminatória seguinte.

Deste modo, as Afrotaças de 2015 terminaram para o conjunto moçambicano. Agora, o momento é de balanço, procurando detectar aquilo que foram os erros, como forma de os corrigir no futuro. Nesta “viagem”, conversámos com Valy Ramadan, treinador-adjunto do Ferroviário da Beira, que tem a responsabilidade de falar pelo grupo sempre que necessário.

O FEITO DE CUREPIPE

O sonho de uma brilhante carreira nas Afrotaças começou a desenhar-se em Curepipe, nas ilhas Maurícias, com uma saborosa vitória por 1-2, desenhando risonhas perspectivas para o jogo da segunda mão, no campo do Ferroviário da Beira. De facto, tal como se previa, uma vitória tão fácil quanto folgada, no “caldeirão” do Chiveve, por 5-1 marcava, a passagem para a eliminatória seguinte.

Quis o destino que o adversário fosse da RD Congo, país tradicionalmente carrasco para Moçambique, até mesmo em termos de selecções nacionais, desde os anos do ex-Zaire. Seu nome é o AS Vita Club, dono de um palmarés invejável no contexto futebolístico congolês e africano. Um colosso cuja superioridade perante o Ferroviário da Beira nunca esteve em causa, mas, qual David, diante do Golias, a rapaziada de Lucas Barrarijo não virou as costas à luta.

Na primeira mão, em Kinshasa, o jogo começa como guarda-redes Willard a ser surpreendido por uma bola rematada a partir da zona do meio-campo, levando muito perigo em sua direcção. Tentou a primeira defesa, mas não conseguiu manter o esférico em seu poder e permitiu que numa recarga a bola fosse parar no fundo das malhas da sua baliza.

Mesmo assim, o Ferroviário soube reagir e conseguiu controlar o jogo, ameaçando mesmo chegar ao golo da reposição da igualdade. Entretanto, veio aquele episódio que ensombrou tudo: explosão do gás lacrimogéneo nas bancadas, criando pânico no estádio, culminando com a interrupção do jogo por 13 minutos. No recomeço, com a chuva a cair torrencialmente e o vento a soprar em direcção à baliza do Ferroviário, veio uma grande penalidade esquisita e um golo num lance em que o guarda-redes não foi feliz, facto que, certamente, terá contribuído para a perda de titularidade a favor do seu colega Bruno.

A demonstração da “ousadia” do Ferroviário da Beira foi há pouco mais de uma semana, na cidade da Beira, onde pautou por uma postura bastante profissional, remetendo o AS Vita à crença de ter pela frente um adversário a ter em conta. Ganhou o Ferroviário por apenas 1-0, mas foi um resultado insignificante para poder passar à etapa seguinte. 

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