Vim apresentar-me como candidato à FIFA

O secretário-geral da UEFA e candidato a presidente da FIFA chegara a Maputo um dia antes, dando início a uma digressão por vários países africanos.

Depois de na noite da sua chegada ter mantido um encontro de trabalho com Alberto Simango Júnior, presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), na tarde que antecedeu o jogo dos “Mambas” com o Gabão, Infantino foi recebido em audiência por Alberto Nkutumula, ministro da Juventude e Desportos.

No final dessa audiência, Gianni Infantino falou à Reportagem do jornal desafio, apresentando as linhas orientadoras do seu pensamento sobre a gestão da FIFA, caso seja eleito seu presidente durante a Assembleia-Geral de 26 de Fevereiro próximo.

- Qual é a natureza da sua visita a Moçambique?

- Cheguei a Moçambique na noite de terça-feira, dia 10 de Novembro, tendo como objectivo falar com o presidente da FMF, Alberto Simango Júnior. A razão da minha visita prende-se com o facto de ser um dos candidatos à presidência da FIFA. Tendo em conta que pretendo ser presidente da FIFA, o que tenho estado a fazer é conversar com os presidentes das federações de cada país-membro para perceber o que tem de ser feito para o desenvolvimento do futebol mundial. É preciso saber quais são as verdadeiras necessidades das federações pelo mundo. Nesse contexto, estou a ir a todos os países-membros da FIFA, sendo que Moçambique foi o primeiro país africano que visitei. 

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