SEMPRE A ZONA NORTE…

Por: GILBERTO GUIBUNDA
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Foto de Arquivo
 

A Segunda Liga já vai na sua sexta jornada e a mancha sobre o pano não podia ser diferente dos anos anteriores. A Zona Norte, como é apanágio! O indiciado, nesta jornada, Desportivo de Pemba, acaba sujando a maioria que de forma suada, abnegada e acima de tudo preocupada tenta conseguir bons resultados para a satisfação dos seus objectivos, atitude travada por actos como estes que em nada ajudam o desenvolvimento do futebol nacional. Viu-se prejudicado? Joga e reclama no fim! Para que fim foram criadas as instâncias que julgam as incoerências? Bom, caso para o Conselho de Disciplina da Federação Moçambicana de Futebol analisar, mas estamos num caso em que o feitiço pode virar contra o feiticeiro.

Numa semana de movimentações nas equipas técnicas, começando precisamente pela Zona Norte, a substituição no Ferroviário de Pemba, de Alberto Gimo, pelo maputense Hilário Manjate, trouxe algum alento para os locomotivas de Pemba, que vinham há muito sem vencer. Aliás, a estreia de Manjate na equipa técnica foi coroada por uma goleada (4-0) sobre a Liga Desportiva de Lichinga. Fora da nódoa perpetrada pelo Desportivo de Pemba, realce para a vitória do Ferroviário de Lichinga, que continua no encalço da líder Baía de Pemba.

O Têxtil de Púnguè, pela Zona Centro, parece que encontrou a fórmula para o regresso à alta competição. Os fabris da Manga não perdoaram na recepção ao Desportivo de Manica e goleou os alvi-negros por expressivas quatro bolas a uma. Com o triunfo, os comandados de Chapo somam 15 pontos, mais três que o Ferroviário de Quelimane, que na jornada anterior empatou na Beira com o Sporting.

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