ADAPTABILIDADE OU FORMAÇÃO DEFICITÁRIA POR DETRÁS DO INSUCESSO NO ESTRANGEIRO

Por: Joca Estêvão
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Fotos de Arquivo

Amiúde fazemos referência ao insucesso do futebolista moçambicano no estrangeiro e o denominador comum para justificá-lo é a formação deficitária, um facto com elementos, por vezes, comprovados, se tivermos em conta os meios para o efeito, aliado ao facto da ausência de formadores na verdadeira acepção da palavra. Este argumento é debatido. Aliás, o conceito de formação é também discutível, embora os mais lúcidos percebam que Moçambique nunca teve, de facto, uma formação obedecendo os padrões universais, embora tenha conseguido produzir e exportar jogadores de “top”, em várias gerações.

Nessas reflexões sobre o insucesso do atleta moçambicano na diáspora, falamos deste o tempo de Matateu, Mário Coluna, Mário Wilson, Vicente Lucas, Hilário da Conceição, Armando Manhiça, Matine, José Piredes, Altenor Pereira, entre outros que fizeram sucesso por Portugal militando nos maiores clubes portugueses, entre eles, Belenenses, Benfica, FC Porto, Sporting e Académica de Coimbra. Essa geração de grandes valores chegou, viu e venceu, sem nunca ter sido submetida a testes.

Outras gerações seguintes, antes da independência, também foram citadas em outras reflexões.

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