A sociedade deve envolver-se na expansão do hóquei em patins

Antes de em 2014 a Selecção Nacional de Basquetebol sénior feminina ter disputado o Campeonato do Mundo da categoria, na Turquia, o hóquei em patins mantinha desde a estreia em 1978, na Argentina, o recorde de única modalidade colectiva com a qual o nosso país disputava campeonatos do mundo.

Por isso, o hóquei em patins é uma modalidade de prestígio internacional para Moçambique.

Em 2006, no Chile, Moçambique logrou mesmo sagrar-se campeão do mundo do Grupo-B – uma espécie de segunda divisão do hóquei em patins mundial – para, volvidos cinco anos, conquistar, de novo na Argentina, o quarto lugar, agora no Mundial do Grupo-A.

E esse quarto lugar continua a ser a melhor classificação de sempre conseguida por uma selecção africana no Campeonato do Mundo do Grupo-A.

Em 2013 e 2015, nos mundiais de Angola e França, respectivamente, Moçambique terminou essas competições em sétimo lugar.

Factos prestigiantes de um hóquei em patins praticado com regularidade apenas na cidade de Maputo e, ademais, por somente quatro clubes de seniores.

A modalidade é sustentada na capital do país pelos históricos Estrela Vermelha, Ferroviário de Maputo, Desportivo de Maputo e Académica, emblemas que disputam entre si todas as competições organizadas pela respectiva associação.

Fora de Maputo, o hóquei em patins é praticado por pequenos núcleos nas cidade de Quelimane e Nampula.

A expansão da modalidade seria um garante para o do seu desenvolvimento e, também, da captação de novos talentos.