Uma figura reconhecida de aparência familiar irrompeu por uma obra em embrião no Município da Matola, de capacete na cabeça e, minutos depois sem o protector, reconhecemos que era o Cláudio Maria, que em tempos defendera a baliza do Maxaquene. A pergunta inevitável era saber qual era o seu papel naquele instante. Maria, como sempre o tratámos, respondeu que era um dos fiscais da referida obra.
Recuámos no tempo e recordamos que no período em que privávamos no clube estava a cursar Engenharia Civil, facto até que contribuiu para a sua retirada precoce do futebol, dado o espaço que era escasso e a conciliação tornava-se difícil, senão mesmo impossível.
Concluído o curso, Maria entrou para a CETA como director de obras, como engenheiro civil, mas como nos contou: o meu sonho não era enveredar nesta área.


