E NO DIA em QUE HOUVER CATACLISMO NOS NOSSOS RECINTOS DESPORTIVOS?

Deanof Potompuanha
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Os estádios e campos de futebol são inequivocamente os palcos onde brilham as principais estrelas do futebol – nos últimos tempos resplendecem igualmente elementos de diversas áreas, como cultura, política, inclusive religiosos – facto que torna aqueles espaços muitos concorridos, dada também a sua grande capacidade de congregar multidões, é assim em todo mundo.

Ora, se o espaço alberga, a nível nacional, no pior das hipóteses, cerca de cinco mil pessoas, e quando atinge o limite cerca de 42 mil, há várias questões a ter em conta. Entre os diversos elementos posso destacar as vias de acesso, a segurança, estacionamento e circulação das pessoas. São factores que não devem ser ignorados, sob o risco de criar acidentes, congestionamento do trânsito, deficiente escoamento e, em situações mais graves, ferimentos e mortes.

A nível nacional existem poucos estádios, sendo comum termos campos com uma média de capacidade não superior a 15 mil espectadores. O Estádio Nacional do Zimpeto (ENZ) e o Estádio da Machava são desses poucos. Construído aquando dos Jogos Africanos Maputo-2011, o ENZ já não apresenta as mesmas condições de há nove anos. Além da degradação há outros aspectos que condicionam o seu normal funcionamento. Mas os que pretendo levantar são os relacionados à circulação e acesso aos portões em dias de jogos.

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