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Recusei duas propostas porque tinha certeza de que iria a treinar a selecção

Joca Estêvão

Foto de Arquivo

O técnico luso-moçambicano Daúto Faquirá diz que a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) não foi leal consigo no tratamento do processo para encontrar o seleccionador nacional. Segundo Faquirá, a FMF deu-lhe garantias de que ele seria o seleccionador e, até ao dia da apresentação de Abel Xavier, ninguém da FMF se tinha aproximado para quebrar o acordo. 

Na busca de soluções para os “Mambas”, como a Comunicação Social referiu uma semana antes da apresentação de Abel Xavier, a FMF contactou vários técnicos, entre eles Stephen Keshi, Gavin Hunt, Daúto Faquirá, entre outros. Não se sabe ao certo o que Alberto Simango Júnior ou os membros da sua direcção prometeram a cada um deles, mas, quanto ao luso-moçambicano (Daúto), segundo ele, houve garantias do órgão que dirige o futebol moçambicano de que o homem nascido em Inhambane seria o seleccionador nacional.

Da minha parte havia todo o interesse de voltar ao meu país, sobretudo na qualidade de seleccionador nacional. E, pelo que me foi dado a perceber e dito, as coisas estavam certas para que tal acontecesse. E mais: sei, por declarações dos responsáveis da Federação, que era a minha pessoa que eles queriam na selecção. Só a mim. Por isso, lamento tudo pelo meu país, disse, agastado, o técnico.

Acompanhe a entrevista na sua íntegra na edição impressa.

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