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EVOLUÍ EM DUZENTOS POR CENTO COMO TREINADOR

Por: JOCA ESTÊVÃO
Fotos de Luís Muianga

Na época recentemente finda Dário Monteiro treinou a equipa Sub-23 da Académica de Coimbra, da Liga Revelação, prova conquistada pelo Aves. Para um rescaldo da sua primeira experiência como treinador em Portugal, a conversa decorreu num período em que Dário Monteiro ainda desfruta de um Verão sempre desejado na Europa. O ex-capitão dos Mambas está num momento em que perspectiva o seu futuro, que até agora é incerto, dado que o seu contrato com a briosa vai terminar a 30 de Junho. – Como avalia a sua primeira época como treinador em Portugal, precisamente ao serviço da Académica, onde brilhou como jogador? – Considero-a positiva. E também assumo-a como tal para os jogadores pelo treinador que tiveram, que é uma referência da instituição Académica, tendo encontrado uma outra forma de trabalhar. Para mim, foi igualmente marcante, uma vez que tive de lidar com uma nova realidade. Bem diferente daquela que havia vivido em Moçambique. – Que impacto tem na sua vida profissional o facto de a equipa Académica ter terminado nos lugares cimeiros na Liga Revelação? – A classificação não é um problema. Desde o início foi quase unânime que não tínhamos condições para ombrear de igual para igual nesta competição com os nossos adversários, que são (todos) da I Liga. Com o trabalho que fizemos e com a evolução que conseguimos provámos o contrário em vários jogos. Como não havia a preocupação da descida ou não a nossa maior preocupação foi o desenvolvimento individual de cada membro do nosso plantel e isso foi conseguido. – Como é que os jogadores da Académica olhavam para si por ser um treinador saído de Moçambique? – No início senti que olhavam para mim com alguma desconfiança, apesar de ser uma referência da Académica. Com o tempo o trabalho no fez conhecermo-nos mutuamente e tudo fluiu naturalmente. – Os jogadores que formaram o plantel da Académica foram formados no clube ou vieram de outras colectividades? – O nosso plantel era formado por dois grupos de jogadores, sendo que uns ascenderam dos juniores da instituição, que na época transacta lutara p e l a manutenção, e o outro grupo era composto por jogadores que vieram de equipas distritais.

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