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REPORTAGEM

DO “TRI” DE MANICA À REFLEXÃO QUE SE IMPÕE

DO “TRI” DE MANICA À REFLEXÃO QUE SE IMPÕE

Chegou-se a temer pela sua realização, depois do ciclone Idai, e quando ficou claro que a sua disputa era irreversível duvidou-se tanto do nível de preparação dos atletas/alunos, mas Manica mostrou resiliência e foi um vencedor inquestionável do XIV Festival Nacional dos Jogos Desportivos Escolares e curiosamente desde que se introduziu a premiação absoluta é o primeiro anfitrião vencedor.

A resiliência do povo de Manica já havia sido destacada na cerimónia de abertura, porque não obstante a crise financeira do país, aliada aos efeitos devastadores do Idai, esmerou-se no meio de dificuldades para realizar o festival no “pequeno coração”, como é designado Chimoio. E com o festival o povo local elevou-se mais alto como o Monte Binga, que é o maior do país, e venceu pela terceira vez consecutiva, a quarta no geral, a nível absoluto, o Festival Nacional dos Jogos Desportivos Escolares. A façanha vencedora iniciou em 2009, na edição realizada no Niassa. Seguiu-se Cabo Delgado (2015), Gaza (2017) e na sua casa fecharam o inédito “tri”.

Por: AtanÁsio Zandamela
Fotos de Jaime Mache
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