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ENTREVISTA

GOSTO DE SER TREINADOR-ADJUNTO

GOSTO DE SER TREINADOR-ADJUNTO

Ali Hassan volta a as-sumir a espinhosa missão de construir a equipa principal da Liga Desportiva de Maputo em tempos de vacas magras. Esteve a trabalhar com cerca de 70 atletas e pretende ter um plantel de 28 jogadores. A triagem está quase no fim, havendo a garantia de que o ca-pitão Momed Hagi vai continu-ar a comandar uma equipa que, apesar da juventude, tem am-bição de fazer uma boa época.

 As portas de entrada de um novo treinador na Liga Despor-tiva ainda não estão totalmente fechadas, até porque Ali Hassan faz questão de ser treinador–adjunto, como ele próprio explica na entrevista que se se-gue.

PREPARAÇÃO CONTURBADA

– Como está a ser a prepara-ção da época?

– Até aqui tem sido uma preparação conturbada, pelo número dos jogadores que se apresenta na Liga. Iniciamos a preparação com 70 a 80 jogado-res e, neste momento, estamos com cerca de 40, gradualmente vamos fazendo a triagem dentro daquilo que a equipa necessita. Penso que estamos a fazer um trabalho ingrato, porque há jo-gadores com idênticas qualida-des, semelhanças, e nós pre-terimos deste e buscar aquele. Muitas vezes não cai bem para o próprio jogador, mas tentamos ser o mais justo possível para com a nossa escolha.

– Há alguma continuida-de do trabalho realizado época passada?

– Estamos a fazer um traba-lho direccionado para aquilo quesão os princípios da Liga neste momento, que é tentar formar, credibilizar alguns jovens e ten-tar fazer com que a equipa saia a ganhar neste negócio. Ano pas-sado tivemos dois jogadores que saíram, Mexer e Raúl, e penso que este ano, pela matéria que temos, é possível que possamos ter algum atleta a emigrar. Vai depender deles, tudo depende deles, nós fazemos uma parte, eles têm de fazer outra. Pratica-mente nós fazemos 20 por cen-to, eles têm de fazer 80. Agora é complicado trabalhar com 40 jo-gadores. Nesta altura da época já devíamos ter um plantel defini-do já a trabalhar a 100 por cento naquilo que será o nosso modelo e o sistema de jogo, consoante os adversários que vamos ter, mas estamos a trabalhar a 100/hora.

Por: CUSTÓDIO MUGABE
Foto de Arquivo
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