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ENTREVISTA

GDM “TOPA” PLANO GM, MAS…

GDM “TOPA” PLANO GM, MAS…

Em de o Grupo Desportivo de Maputo (GDM) completar 99 anos de existência, no dia 31 deste mês, está em curso uma negociação à mesa proposta pelo secretário de Estado dos Desportos, Gilberto Mendes (GM), que consiste na construção de um estádio único que deverá ser partilhado pelos clubes de Desportos da Maxaquene e o GDM.

Despidos de quaisquer rivalidades clubísticas ou coisa parecida, a direcção do emblema alvi-negro mostrou-se receptiva quanto à proposta de Gilberto, pelo menos foi o que nos deu a entender o vice-presidente daquele organismo, Adelino Xerinda. Ainda assim, o mesmo referiu que a decisão final caberá aos sócios.

Lembrar que Gilberto Mendes deixou claro que a ideia não é patrocinar a reabilitação das infra-estruturas, mas sim ajudar os clubes no redesenho de ideias para que as colectividades possam ser funcionais. Não será o Estado a investir directamente nas infra- -estruturas, mas até pode ser, dependendo das circunstâncias que se colocam. Para ele, as parcerias público-privadas existem e devem ser exploradas.

Ainda na senda dos vários projectos que o clube tem na manga, Xerinda falou do destino que terá o “campo de Bobole”, localizado em Marracuene, numa área de cinco hectares. O campo de Bobole foi erguido depois da venda do campo da baixa – justificada como garante do futuro da sustentabilidade financeira do clube e a resposta à exigência da prática de futebol de alta competição somente em recintos relvados – Bobole era visto pela família alvi-negra como a nova casa do clube.

Importa lembrar que o mesmo espaço já foi projectado para a construção de centro de treinos ou de estágios para as camadas de formação, constituídas por jogadores das áreas circunvizinhas do campo. Aliás, esta iniciativa poderá contar com o apoio das autoridades de Marracuene.

A actual Direcção do Grupo Desportivo de Maputo acredita que a valorização da zona onde se encontra localizado o campo poderá abrir espaço para num futuro breve a mesma vir a capitalizar investimentos que possam captar rendimentos para a colectividade.

Por: Raimundo Zandamela
Foto de Luís Muianga 
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