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REPORTAGEM

CLUBES INSOLVENTES EM DESESPERO

CLUBES INSOLVENTES EM DESESPERO

Com o estado de emergência prorrogado uma vez mais pelo Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, e sem o relaxamento de medidas que permitam o retorno às actividades, o desporto, que vai a meio do ano sem competição efectiva, continua com incertezas sobre o regresso. No caso do futebol, que devia ter visto o seu Moçambola em acção desde 4 de Abril passado, há clubes que projectavam arrecadar receitas provenientes da bilheteira nos seus jogos para fazer face às suas despesas de vulto, e, não acontecendo, foram acumulando dívidas que os colocam em total desespero.

A redução para metade (alguns clubes pagaram uma percentagem bem mais reduzida) dos salários dos elementos do plantel em algum momento permitiu que alguns clubes se sentissem aliviados, todavia o prolongamento da inactividade tornou a gestão insustentável.

Neste período de inactividade, e com a crise cada vez mais patente no desporto moçambicano, em geral, os clubes sentiram que era chegado o momento de corrigir os erros cometidos nos finais da década de 80 e princípios da de ‘90, em que o futebol enveredou por um profissionalismo sem sustentabilida de. Os valores dos contratos e de salário foram inflacionados de ano para ano, e neste momento os clubes estáveis (suportados por empresas públicas) conseguem sobrepor-se no mercado, enquanto os que não têm uma base financeira e estrutural vão definhando a cada dia que passa.

Por: Joca Estêvão
Foto de Arquivo 
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