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REPORTAGEM

MALDITA “LEI DA MORTE” SENTECIOU “PÉ-CANHÃO”

MALDITA “LEI DA MORTE” SENTECIOU “PÉ-CANHÃO”

Todos estamos condenados à morte. Nascemos, crescemos, evoluímos, tornamos adultos, velhos e morremos, um dia. Uns cumprem a gestação e nem chegam a ver a luz do sol. Os outros espreitam o sol e morrem, em seguida. Também há quem chega a nascer e na fase de crescimento deixa o mundo dos vivos, como também podemos crescer, viver uma vida plena e não resistir ao destino traçado para todos: a morte, ou seja, cada um de nós tem o seu destino escrito, tal como foi do menino de nome Luís Leonardo Siquice, da zona do Xipamanine, arredores da cidade das Acácias, que se tornou um craque, levantando estádios com os seus belíssimos golos, acabando por morrer no passado dia 7 de Setembro, Dia da Vitória, depois de alguns dias de internamento devido a problemas pulmonares.

Luís tornou-se vedeta pelo futebol. Desde tenra idade apaixonou-se pela bola. Tinha uma empatia fenomenal com ela e muito cedo denotou ter capacidade, entre outras, de mandá-la mais rápida e com muita força para onde quisesse, como poucos.

Essa foi das características futebolística que mais sobressaiu, mas tinha outras potencialidades, como a capacidade ter se lidar com tudo pela simplicidade, transportando essa personalidade para a forma como tratava a bola. Nada que fazia era esforçado. “Era um craque”, conheceu Artur Semedo, seu colega desde os juvenis do Benfica (Costa do Sol) e, no meio do choque pela notícia, vieram a emoção e as recordações “Não sei se conheci em Moçambique um avançado como ele. Era um exímio marcador de golos, jogava bem com os dois pés, de cabeça, inteligente a jogar. remate forte e colocado, mas também tinha uma empatia sublime com a bola. Dominava com facilidade, fazia passes com classe. Tinha facilidade de jogar em qualquer posição. Quando fosse necessário até auxiliava os colegas mais recuados” caracterizou- -o, lembrando que “o talento era um dom de família. Ramos Siquice, seu irmão mais novo, era outro craque saído daquele bairro suburbano. Jogaram juntos, emprestando qualidade às suas equipas”, disse Semedo.

Por: JOCA ESTÊVÃO

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