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ENTREVISTA

POR AGORA ESTOU NO CAPE TOWN CITY MAS VÊM COISAS MELHORES NO FUTURO

POR AGORA ESTOU NO CAPE TOWN CITY MAS VÊM COISAS MELHORES NO FUTURO

Encontrámo-lo à saída duma curta visita ao seu anterior clube, o Ferroviário de Maputo, que representou durante várias épocas e donde partiu em 2017 para a actual morada, Cape Town City, equipa sul-africana da Premier League. Uma passagem pelos “locomotivas” da capital a que Edmilson Dove dá a devida relevância.

 

FERROVIÁRIO É MINHA CASA

– “O Ferroviário é a casa que me fez crescer. Foi a casa onde me tornei homem, comecei a dar os meus primeiros passos como jogador profissional de futebol e por isto tudo é uma casa à qual sempre hei-de voltar, nem que seja por um tempinho, para vir visitar e, se calhar, quem sabe, vá terminar a minha carreira aqui. Nunca se sabe, mas o Ferroviário é um clube que sempre está no meu coração”, refere o lateral esquerdo, para quem algumas lembranças o fazem hoje chegar à conclusão de que fez escolhas certas.

– “O senhor Isidro Amade foi daquelas pessoas que para mim tiveram o papel de pai e mãe. Lembro-me que um mês depois de ter chegado ao clube fiquei frustrado por alguns assuntos extras e ele me incentivou e aconselhou a ter paciência. É um acto pelo qual sempre estarei grato, porque provavelmente teria regressado a Xai-Xai e hoje talvez não fosse o Edmilson que sou. A taça de 2015 foi dos troféus mais especiais da minha carreira no clube. Lembro-me que desde o início daquela época estivemos em dificuldades, tanto que iniciámos a segunda volta em nono lugar. Para quem estava naquela posição e conseguiu ganhar o campeonato no último jogo é meio stressante, mas ao mesmo tempo tem um sabor especial. Foi a minha primeira taça como jogador profissional de futebol e aqui, mais uma vez, devo isso tudo ao Ferroviário e a todo o elenco que naquela época fez parte do projecto. Os jogadores com os quais dividi o balneário nunca deixaram de fazer parte da minha vida. Independentemente de onde cada um está, mantemo-nos sempre em contacto, sobretudo com Jeitoso, Germano, Diogo, Manucho e Luís. Foram colegas que se tornaram amigos e é sempre bom contar com eles.

Por: Gilberto Guibunda
Fotos: CFvM e Arquivo

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