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MOÇAMBOLA

SANTOS OPERA MILAGRES

SANTOS OPERA MILAGRES

Antes do início do jogo a revolução no resultado era imprevisível. Contudo, antevia-se um festival de tango de dois aflitos, com os dois conjuntos a divertirem-se à moda de Havana. Todos assim pensavam mas a verdade foi bem diferente, pela atitude e carácter-se assumido pelas equipas durante os noventa minutos. Pouco tempo de contacto com os intérpretes das estratégias tácticas, os dois timoneiros que acabam de chegar aos seus clubes souberam valorizar de forma magnífica a intenção dos adeptos sobre o tipo de cores com que deviam começar a pintar a história de uma nova fase, rumo à manutenção.

Quando Andilo Mamudo, juiz principal do jogo, apitou pela primeira vez as duas colectividades lançaram-se deliberadamente ao ataque com a intenção de violar a baliza contrária o mais cedo. As duas equipas alternaram-se em alguns momentos do jogo, sendo uma mais forte em algumas ocasiões e outras era a outra. Aos dez minutos Salos roubou esférico ao adversário, passou por três adversários, rematou forte para defesa espectacular do guardião Johane, um novo nome na baliza dos militares.

Volvidos sete minutos foi a vez dos militares, a pôr à prova as capacidades de elasticidade do guarda-redes Chavito. Joaquim recebeu o esférico, galgou para o fundo e cruzou para a área da baliza e Onélio cabeceou, com a bola roçar o travessão. Era uma joga de resposta que estigmatizou os corações no banco dos locomotivas nampulenses, o que levou Nelson Santos a orientar os defesas para uma marcação cerrada para evitar a violação da baliza da equipa visitante.

Por: JOCAS ACHAR

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