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ROSTOS & RASTOS

COZINHA É A NOVA PAIXÃO DO CHEF NÉLSON

Foto de Jaime Machel: "A princípio tinha vergonha (…). Aceitei e entreguei-me de corpo e alma à cozinha. Ela atraiu-me e entrei na adrenalina"

COZINHA É A NOVA PAIXÃO DO CHEF NÉLSON

Nélson Joel Quibe causou sensação nos anos 1990 como lateral esquerdo dos da equipa principal de futebol do Desportivo de Maputo, onde pontificavam jogadores de fibra como os guarda-redes Nelito, Luisinho, os defesas Bobo, Marito, Saúl, Tomás Inguane e Luís Parruque, os médios Daniel, Bobó, Zé Bernardo e Nelinho, bem como os avançados Tico-Tico, Avelino Maluana e Ângelo Matenene, só para citar alguns exemplos.

Foi sob orientação do técnico Miguel dos Santos que os jogadores acima referidos, e outros, experimentaram a sensação de tocar nas nuvens, ao conquistarem o Moçambola de 1995, com uma vitória sobre o Ferroviário de Maputo, por 2-1, fruto de golos de Bobó, que empatou, e Tico-Tico, que entra a substituir e carimba o título. Estava quebrada a hegemonia “canarinha”, que vinha de quatro campeonatos conquistados de forma ininterrupta.

Dono de uma técnica invejável – apoiada na serenidade, segurança e confiança – o valioso esquerdino atingiu o estrelato por conta da sua persistência. Se por mais não seja, porque os pais não queriam que jogasse futebol, ao extremo de lhe ocuparem por sete anos com aulas de dança na Escola Nacional de Dança, onde aprendeu danças tradicionais moçambicanas e europeias, concretamente o balé russo. Mal sabiam os pais que essa actividade era cumprida em paralelo com treinos clandestinos de futebol nas camadas jovens dos “alvi-negros”.

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