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ROSTOS & RASTOS

JÁ NÃO SE FAZEM “3 EM 1” COMO FERREIRA

Foto de Jaime Machel: O Meirim mudou por completo o Maxaquene. Foi onde percebi a preciosidade da mão do treinador numa equipa

JÁ NÃO SE FAZEM “3 EM 1” COMO FERREIRA

É mais Ferreira do que Leovigildo Ezequiel Mabota, seu nome de registo. Quando a sua mãe, Fruta Leonor Maria de Fátima Mabote, estava grávida, um familiar disse, meio a brincar, meio a sério, “se for menino vai-se chamar Ferreira”. De facto nasceu um menino, “mas o meu familiar foi para a tropa antes de oficializar o nome e os meus pais atribuíram-me o nome de Leovigildo, que praticamente ninguém usa. Sou Ferreira desde criança e assumo o nome de lá até então”.

O primogénito do senhor Miguel Luís é duma família de sete irmãos – Amável (futebol de salão), já falecido; Leonel (andebol), Florêncio (basquetebol), já falecido; Paulo, que não foi muito longe nas suas paixões desportivas, Marito (voleibol), já falecido. Por sinal foram quase todos desportistas de alto nível, tirando a caçula Rabequinha, que não levou grande jeito para o desporto.

Nasceu na Mafalala, onde começou no futebol de pé descalço, tal como o outro Ferreira, o Eusébio. Em 1972 foi parar no Munhuanense Azar, depois “pulou” para as escolas da Académica e em 1974 foi “atracar” no Maxaquene. Aqui começa a sua carreira de federado. Escala todas as categorias até se tornar numa das grandes referências do clube.

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