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MOÇAMBOLA

ENERGIA DE CAHORA BASSA PREVALECE EM TCHUMENE

Foto de Jaime Machel: Dayo, o marcador de serviço, desembaraça-se de Chamboco, num dos duelos mais repetidos da tarde de Tchumene

ENERGIA DE CAHORA BASSA PREVALECE EM TCHUMENE

A União Desportiva do Songo entrou com o pé direito no Moçambola-2022, ao ganhar na tarde de sábado, no Tchumene, a Black Bulls, campeã nacional em título, por 1-0, no jogo que marcou a abertura oficial da prova. A energia de Cahora Bassa chegou com muita intensidade a Tchumene, um terreno onde geralmente os visitantes são domados e depois massacrados.

Com um Complexo Desportivo da Black Bulls a rebentar pelas costuras, dada a afluência massiva do público, que primeiro viu a curta e simples cerimónia de abertura dirigida pelo secretário de Estado do Desporto, Gilberto Mendes, e pelo presidente da Liga Moçambicana de Futebol (LMF), Ananias Couana, antes de ver a uma brilhante partida de futebol, um hino ao Moçambola.

INÍCIO FRENÉTICO

A equipa da casa, como lhe competia,  entrou bastante pressionante, a tentar forçar o golo logo cedo com raides de Melque e Hammed, mas a defensiva “hidroeléctrica” manteve-se firme e segura.

Os campeões nacionais entraram a jogar num 4-3-3, contra um 3-5-2 montado pela UD Songo, que tinha Jimmy e Dayo como as setas voltadas à baliza de Ivan.

Depois de um relativo domínio territorial dos “touros”, a turma visitante acordou a partir do quarto de hora e começou a disputar o jogo taco-a-taco com o conjunto de Tchumene.

O primeiro lance de golo iminente pertenceu mesmo aos visitantes, aos 15 minutos, quando Nélson, depois de um bom movimento na direita, centrou para Dayo que, na boca da baliza, e perante Ivan batido, atirou escandalosamente ao lado. A Black Bulls respondeu quatro minutos volvidos, com Manucho a fazer um grande centro para Melque, que cabeceou para fora. Os “touros” voltavam a carregar, com Hammed e Melque a darem muito trabalho à defesa do Songo mas, sem no entanto, criar calafrios à baliza de Ernani.

E porque quem não marca sofre, os “hidroeléctricos” sentenciaram o jogo aos 32 pelo suspeito de costume Dayo, que numa jogada rápida pela esquerda recebeu um centro milimétrico de Edmilson para atirar a contar.

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Jornalista E-mail: sergio.macuacua@snoticias.co.mz

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