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MOÇAMBOLA

“CANÁRIOS” TRAVAM “LOCOMOTIVAS”

Sataca Jr. desbravou o caminho para a vitoria dos “canarinhos”

“CANÁRIOS” TRAVAM “LOCOMOTIVAS”

O Ferroviário de Nacala consentiu a segunda derrota no Moçambola-2022, no seu reduto, na recepção do Costa do Sol no último domingo, em partida referente à terceira jornada, numa tarde em que os espectadores assistiram um verdadeiro hino ao futebol, com dois penalties não concretizados por Rifel, avançado dos verde-e-brancos de Nacala, ao permitir a defesa do gigante Guambe, e Telinho, aos 18 minutos, que atirou para a trave da baliza à guarda de Xavito.

Não foi desta que os adeptos “locomotivas” de Nacala saíram sorridentes no seu estádio.

Alguns mais inconformados vaiaram o mister Turito ao abondar o recinto desportivo com o semblante triste.

Os dois conjuntos desceram à quadra com intenções claras de chegar ao golo o mais cedo. O Ferroviário de Nacala, jogando em casa, sabia que estava proibido de perder pontos. Esta ansiedade, aliada ao sistema táctico implementado por Turito, com um linha de 3 centrais, 4 médios e três avançados, não foi bem interpretado pelos jogadores nos primeiros 15 minutos, o que fez com que o Ferroviário de Nacala quisesse sem sucesso  tomar as rédeas do jogo. Diga-se de passagem que num período em que os “canarinhos” analisavam a forma táctica de estar no retângulo de jogos do seu adversári , foi nesse momento em que o Ferroviário de Nacala beneficia duma grande penalidade a castigar mão de Salomão numa jogada rápida em que Soares desfere um portentoso remate, com a bola a bater no braço do jogador visitante. Sem hesitar, o juiz Abdul Sicander assinala para a marcação do castigo máximo. Chamado a cobrar, Rifel permite a defesa de Guambe, que foi enorme no voo que fez para a fotografia, para o desespero dos adeptos e simpatizantes dos “locomotivas” de  Nacala, que perdiam assim a oportunidade de se adiantar no marcador. Seis minutos depois, numa jogada de insistência, o central Tawanda desvia a bola na grande área no cruzamento pela direta de Domingos.  Mais uma vez, Abdul Sicander não teve dúvidas, apita para a marcação da grande penalidade. Telinho tirou mal as medidas, ao atirar forte, com a bola a beijar a trave de Xavito, decorria o minuto 18.

Os pupilos de Turito passam a acusar o penalty não convertido, o meio-campo já não consegue transportar a bola do sector mais recuado, Belson e Wemba perdem a batalha onde Paíto e Dombo ganham todas investidas. Aliás, o Ferroviário de Nacala pouco fez na primeira parte, nem as transições da defesa ao ataque não surtiam efeitos desejado.

Por: Abubacar Ahamade

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