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REPORTAGEM

OS CONTORNOS DUMA ILUMINAÇÃO QUE SÓ VALEU PARA DOIS JOGOS!

Foto de Arquivo: Moçambique-Lesotho, em Março de 2017, foi o único jogo de cariz internacional que o campo do Ferroviário da Beira acolheu

No início de 2017 o país desportivo ficou entusiasmado com as notícias vindo da Beira. É que no liminar daquele ano, o campo do principal clube da província de Sofala voltava a ter iluminação muito tempo depois e, portanto, apto para jogos nocturnos.

O sistema de iluminação, custeado pela empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), ficou pronto em Março de 2017 e porque estávamos perto de uma Data-FIFA, nada melhor que ser estreado com um jogo internacional entre Moçambique e Lesotho, de caractér particular.

Os “Mambas”, recorde-se, venceram por 1-0, ao cair do pano com Dayo a fuzilar de cabeça, aos 87 minutos, pouco dias depois doutra vitória (2-0) do combinado nacional, no Zimpeto, diante de Angola.

O campo do Ferroviário da Beira nessa noite rebentou pelas costuras, com aquele público ferrenho amante de futebol que estava ávido em assistir jogos de noite. Só que poucos ou quase ninguém imaginava que aquilo era sol de pouca dura. É que depois desse jogo, só realizado mais um da Taça de Moçambique, e mais nada!

Razões? Numa primeira fase ficou quase que consensual que a iluminação não tinha qualidade (vide a foto do Moçambique-Lesotho) e que o processo foi uma autentica “burla”, um mau negócio que culminou com a troca de direcções no seio do clube do Chiveve. A direcção anterior encabeçada por Boaventura Mahave, responsável pela execução da empreitada, defende que aquela luz tinha qualidade para todo o tipo de evento nocturno, incluindo jogos internacionais, o que já não é corroborado pelo actual elenco que alega que não reunia condições de luminosidade nenhumas.

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