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ENTREVISTA

AS HOMENAGENS NÃO SE REIVINDICAM!*

Foto de Jaime Machel

Chiquinho esteve sempre disponível para representar a Selecção Nacional, mesmo que para isso tivesse que abdicar dos seus compromissos com as muitas equipas a que esteve vinculado profissionalmente.

Ao serviço do Belenenses, Chiquinho Conde foi conquistando os adeptos portugueses, valendo-se dos seus dotes de grande goleador e armador de jogo. Mas as coisas não ficaram por ai, transferindo-se para o Vitória de Setúbal, onde ajudou a equipa “sadina” a subir para o primeiro escalão do futebol português.

O internacional moçambicano voltou para o Belenenses e depois passou para o Sporting de Braga. Depois de algumas épocas em cheio, o Sporting Clube de Portugal contratou-o para Alvalade. No entanto, pese embora o facto de representar um grande clube português, Chiquinho Conde teve uma experiência com dissabores. Chiquinho segue depois para os Estados Unidos da América, jogando pelo New England Revolution, por cinco meses. Veste, logo em seguida a camisola d Tampa Bay por dois meses.

Mesmo depois deste percurso notável a nossa fonte revela que apesar de não ter se despedido como esperava na selecção não deixa de receber de pessoas anónimas e humildes, que viram o seu crescimento como homem, como futebolista e, que o acompanharam nas suas minhas tristezas e alegrias tardes maravilhosas no Estádio da Machava.

*Extracto do texto de Raimundo Zandamela publicado pelo desafio no ano de 2020 para assinalar  os 22 anos depois de Chiquinho ter deixado os “Mambas”.

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